Pedido B2B entregue
O fluxo foi desenhado para vincular a NF-e ao pedido comercial concluído, preservando o contexto da operação.
O BrewControl já possui infraestrutura para NF-e, NFC-e, documentos e notas de entrada. Como emissão fiscal envolve regras tributárias, autorização e obrigações oficiais, o uso em produção só será liberado depois de validação técnica e contábil.

A infraestrutura em evolução cobre configuração por cervejaria, documentos emitidos e recebidos e vínculos com pedidos e comandas. Existir no produto não significa estar liberado para documento real antes da homologação.
O fluxo foi desenhado para vincular a NF-e ao pedido comercial concluído, preservando o contexto da operação.
A infraestrutura de NFC-e parte da operação concluída no Brewpub/PDV e segue a mesma exigência de homologação antes de uso real.
O módulo possui uma área de documentos e referências para DANFE/XML, com o ciclo fiscal sendo completado para produção segura.
Há infraestrutura de consulta, manifestação e importação de entrada com conexão a estoque e financeiro em evolução.
A liberação fiscal exige um ciclo completo de segurança, autorização, testes e validação contábil. O objetivo é evitar que uma funcionalidade ainda em evolução seja confundida com uma operação já homologada.
Configuração e credenciais fiscais precisam seguir o padrão de proteção exigido para uma operação sensível.
O sistema precisa refletir corretamente documentos autorizados, em processamento, rejeitados ou com erro.
Falhas, indisponibilidade ou repetição de uma ação não podem gerar documentos ou importações duplicados.
Cenários de emissão, rejeição, entrada e permissões precisam ser validados em ambiente de homologação.
CFOP, NCM, CST/CSOSN e demais regras dependem do cenário fiscal real de cada cervejaria.
hardening → homologação → validação → produçãoO status público permanece “em hardening/homologação” até os critérios de liberação serem concluídos. Quando isso acontecer, esta página poderá evoluir para demonstrações reais de emissão e consulta.

Cada operação mantém seu próprio contexto de emitente e parâmetros fiscais.
O documento só deve ser apresentado como concluído quando o estado fiscal estiver confirmado.
Parâmetros oficiais precisam ser confirmados para a operação e o regime de cada cervejaria.
O desenho atual vincula NF-e ao pedido B2B entregue e NFC-e à comanda fechada. Notas de entrada podem alimentar estoque e financeiro, preservando o vínculo entre documento e operação.
O fluxo é desenhado para que NF-e e NFC-e nasçam do contexto operacional correspondente, sujeitos à homologação fiscal.

A entrada fiscal pode alimentar materiais e despesas vinculadas, mantendo a origem do documento no contexto da operação.

Status público alinhado ao estágio real do produto.
A infraestrutura existe, mas a produção só deve ser liberada após hardening, testes, homologação, validação do contador e aprovação explícita dos responsáveis.
NF-e modelo 55, NFC-e modelo 65, documentos emitidos e NF-e de entrada, além de manifestação e importação em partes do fluxo.
O desenho atual parte de pedido B2B entregue para NF-e e comanda fechada para NFC-e. A integração só deve ser tratada como produção depois da homologação.
Há infraestrutura para consulta, manifestação e importação, com conexões a estoque e financeiro em evolução.
Não. Parâmetros fiscais oficiais dependem da operação, produtos, UF e regime tributário e precisam de validação contábil. Estimativas gerenciais não substituem cálculo fiscal oficial.

O objetivo é chegar a uma integração fiscal forte e só chamar de produção quando autorização, regras tributárias e operação estiverem comprovadas.
Enquanto o hardening avança, conheça os módulos operacionais que conectam a rotina da cervejaria.